4. TV em Sergipe

 História 

A partir da metade da década de 60 a TV Tupi era a única emissora assistida nos lares Sergipanos, fato possível através da captação do sinal franco vindo de Recife.

O responsável em colocar Sergipe na rota do desenvolvimento da comunicação foi Irineu Fontes representante de Rádios e Radiolas, que ao retornar de uma viagem a São Paulo sentiu de perto o fascínio que a TV causava nas pessoas.

Não demorou muito para que em 1965, na gestão do Prefeito de Godofredo Diniz Irineu Fontes, Irineu convencesse o Prefeito a destinar a verba para compra da antena a ser instalada no alto do morro do Urubu, zona norte da cidade, marco inicial das transmissões de TV em Sergipe.

Com os avanços tecnológicos e interesses de grupos empresariais do comércio local que enxergavam o potencial de mercado que a TV produzia fora do estado, investiram no projeto de Nairson Meneses funcionário da TV Excelsior  que desde 1959 pretendia através da Assembleia Legislativa implantar uma estação de TV em Sergipe, mas retorna para São Paulo por não vencer as eleições.

Com 900 ações vendidas o grupo de empresários lança o projeto da primeira emissora de TV de Sergipe e conseguem êxito, pois em 1967 é realizada a primeira transmissão da TV Sergipe sendo a primeira emissora montada com equipamentos produzidos no Brasil. Como não havia mão de obra especializada, foram utilizados operadores com experiência no rádio e cinema.

Outra a filiada da TV Tupi foi a TV Atalaia fundada em 1975 foi a pioneira na transmissão em cores no Norte/Nordeste, no estado a transmitir sinal pelo sistema digital e do Nordeste a exibir telejornais locais em alta definição (HD).

Até a década de 80 em Sergipe possuía duas emissoras de TV de formato comercial, mas em 1985 surge à primeira TV pública do estado, a TV Aperipê. Em 1997, a TV Canção Nova foi fundada após a aquisição da concessão e equipamentos da antiga TV Jornal.

Foi outorgado para a cidade de Barra dos Coqueiros o Canal 15, geradora de caráter educativo que ainda não está no ar. Para Aracaju a próxima geradora comercial que ainda está em concorrência será no Canal 46. Em 2007 foi aberto pelo Ministério das Comunicações o novo edital para mais uma emissora aberta em Aracaju com o valor mínimo de 2,5 milhões.

 

EMISSORAS EXTINTAS

TV JORNAL: foi criado em 1987 com transmissão da Rede Manchete sendo umas das primeiras do Nordeste. Em 1993, passou a transmitir a Bandeirantes após dez anos os donos da emissora João Alves e Maria do Carmo anunciaram a venda da TV Jornal à TV Católica Canção nova.

ATALAIA NEWS: Transmitida pela LIG TV atual NET, o canal exibia matérias da TV Atalaia em programas reduzidos pela própria emissora, foi a emissora que passou menos tempo no ar, com a programação exibida ao público no curto período de dois anos (2001-2003).

TV CAJU: É o segundo canal de televisão local por assinatura, chegou a ser filiada à Rede Diário. Sua programação era totalmente focada em conteúdo local. Em 2013 encerrou suas atividades. (2001-2013)

 

EMISSORAS NO AR

TV SERGIPE

Criada em 1971 foi a primeira emissora do Estado. Canal 04 VHF (TV Tupi – Aratu – Globo)

TV ATALAIA

Inaugurada em 1975 foi a segunda emissora de TV criada em Sergipe. Canal 08 VHF (TV Tupi – Bandeirantes – SBT – Rede Record)

APERIPÊ TV

Primeira emissora pública de Sergipe fundada em 1985. Canal 02 VHF (TVE – TV Cultura – TV Brasil)

TV Canção Nova

Criada em 1997, a antiga TV Jornal, é uma das poucas emissoras sergipanas dedicadas a programação local. Canal 13 VHF (Canção Nova)

TV Gênesis

O canal está autorizado como educativa e não há previsão para que entre no ar. Canal 15 VHF (Rede Gênesis)

 

EMISSORAS POR ASSINATURA

+TVC

Criada em 1998 foi o primeiro canal local de televisão por assinatura de Aracaju e a primeira emissora sergipana de conteúdo totalmente local. Em 2006 tornou-se filiada da Rede TV, mas em 2013 retornou a ser totalmente local.

TV Alese

Criado em 2004 o canal da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe desde sua fundação busca o interesse de uma concessão para TV aberta, mas as tentativas foram rejeitadas pelo ministério das comunicações.

por Felipe Freire

 

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